McCanns after Murat

(Jornal de Notícias, May 3, Translation Courtesy of Li)

The McCanns look for answers in Robert Murat, they are convinced of his involvement in the disappearance of their daughter. The multimillionaire that supports the expenses with lawyers and the private detectives of the Spanish agency “Método 3” went on purpose to Algarve to know the British.

Brian Kennedy offered to help him, although he was unable to explain how. Why? Why does he believe that Robert or his mother Jennifer might have seen someone on the night of 3rd of May in the area of the Ocean Club. He was prepared to pay to the best technicians to draw a photofit of a possible suspect. Saying one thing and then saying another he ended to say that Kate and Gerry believe that he is innocent and they never came publicly to accuse him but he insisted that Murat might remember some important detail to help them find Madeleine.

The JN knows that Murat did not accept the help of the multimillionaire. On the contrary he was upset with the questions that were made and with the insistence of the multimillionaire that wanted him to remember the night of the disappearance, when Murat always said that he spent the night in his mother’s house, Jennifer, in Praia da Luz.

The meeting – a dinner that Brian Kennedy asked to be discreet and far away from the eyes of the press – took place in the end of last year at a house of Murat’s relatives in Burgau (Vila do Bispo). At the dinner were present Murat and Kennedy, the respective lawyers, Jennifer Murat and the aunt and uncle of Murat.

After dinner was Brian Kennedy that finished the conversation. He could not explain why three friends of the couple, belonging to the group “Tapas 7” came publicly saying that they saw Robert Murat in the area of the Ocean Club in the night of 3 of May and he (Kennedy) ended to enter in contradiction.

Francisco Pagarete does not confirm this meeting but the JN knows that the PJ is aware and that they monitored the steps of Kennedy and the detectives of Método 3 very closely. According to the lawyer one year after the disappearance of Maddie, Murat “still does not understand how his name was involved in the case”. “Everything is very strange” says the lawyer regretting that ” a person was involved in this story without having nothing to do with it”.

(Original Article here)

Mc Cann atrás de Murat

Os McCann procuram respostas em Robert Murat, convencidos que estão do seu envolvimento no desaparecimento da filha. O multimilionário, que suporta as despesas com advogados e detectives privados da empresa espanhola “Método3”, deslocou-se de propósito ao Algarve para conhecer o britânico.

Brian Kennedy ofereceu-se para ajudá-lo, embora não tenha conseguido explicar bem de que forma. Porquê? Porque acredita que Robert ou a mãe, Jennifer, podem ter visto alguém na noite de 3 de Maio a rondar o Ocean Club. Mostrou-se disponível para pagar aos melhores técnicos para desenharem um esboço de um possível suspeito. Dando uma no cravo e outra na ferradura, lá foi dizendo que Kate e Gerry acreditam que está inocente e nunca vieram a público acusá-lo, mas insistiu que pode lembrar-se de algum pormenor relevante para ajudá-los a encontrar Madeleine.

O JN sabe que Robert não aceitou a ajuda do multimilionário. Pelo contrário, ficou incomodado com as perguntas que lhe foram colocadas e com a insistência do multimilionário em querer que recordasse a noite do desaparecimento, quando sempre afirmou que passou a noite em casa da mãe, Jennifer, na praia da Luz.

O encontro – um jantar, que o próprio Brian Kennedy pediu que fosse discreto e longe dos olhares da imprensa – ocorreu no final no ano passado em casa de familiares de Robert, no Burgau (Vila do Bispo). Nele estiveram presentes, além de Murat e de Kennedy, os respectivos advogados, Jennifer Murat, a tia e o tio do britânico.

Depois do jantar, foi Brian Kennedy quem deu a conversa por terminada. Não conseguiu explicar porque motivo três amigos do casal, pertencentes ao chamado grupo dos “Tapas 7”, vieram a público dizer que viram Robert a rondar o Ocean Club na noite de 3 de Maio, acabando por entrar em contradição.

Francisco Pagarete não confirma este encontro que o JN sabe ser do conhecimento da Polícia Judiciária (PJ), que vigiou de perto os passos de Kennedy e dos investigadores da Método 3. Segundo o advogado, um ano depois do desaparecimento de Maddie, Murat “ainda não percebeu como o seu nome foi envolvido no caso”. “É tudo ainda muito estranho”, frisa o causídico lamentando que “uma pessoa tenha sido envolvida nesta história sem ter nada a ver com ela”.

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